quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Animais em vias de extinção




Sabias que: para se fazer um casaco de pele, matam-se 24 raposas ou 65 visons ou 8 focas ou 42 raposas vermelhas ou 400 esquilos ou 30 lontras, dependendo do tipo de casaco. Infelizmente ainda há pessoas que gostam de andar vestidas com animais mortos. Em baixo podes conhecer uma pequena lista de alguns animais em vias de extinção e que ainda podemos salvar.
Desde o ano 1600, 109 espécies e sub-espécies de animais foram extintas.

ARARA-AZUL
A arara-azul (Anodorhynchus hyacinthinus), maior ave entre os psitacídeos (família que inclui os papagaios, periquitos, jandaias e outras araras), está ameaçada de extinção. Restam apenas 3.000 araras-azuis na natureza, a maior parte delas no Pantanal. A destruição do seu habitat e a sua captura para o comércio são os dois factores que, combinados, levaram-na ao risco de extinção.

BALEIA-AZUL
Vive em todos os oceanos e está ameaçada pela caça intensa e indiscriminada.

ELEFANTE AFRICANO
Vive nas savanas em África e está ameaçado pela caça por causa do marfim.

GORILA-DAS-MONTANHAS
Vive nas florestas tropicais de África e está ameaçado pela caça e depredação do seu habitat.

ONÇA
A onça é o maior felino do continente americano, encontrada desde os Estados Unidos até o sul da Patagónia. Apesar do corpo compacto que chega a pesar 150 kg e medir 2,5 metros (incluindo a cauda), ela movimenta-se com graça e agilidade.

PANDA
Vive nas florestas da China e está ameaçado pela caça, destruição do habitat e do broto de bambu, que o alimenta.

RINOCERONTE DE JAVA
Vive nas florestas tropicais da Ásia e está ameaçado pela caça por causa dos chifres. É o mamífero mais raro e ameaçado do planeta. Restam sessenta exemplares.

TIGRE DE BENGALA
Vive na floresta da Índia e está ameaçado pela caça indiscriminada. Animais em Vias de Extinçãos

Arara azul grande


Nome popular: Arara Azul Grande
Nome Científico: Anodorhynchus hyacinthinus
Distribuição geográfica: Norte e Nordeste do Brasil. Vive nas matas do interior do Brasil: Maranhão, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás. Hoje é raro encontrá-la em liberdade. Mas, no interior da Bahia, ainda podemos encontrar alguns espécimes em liberdade.
Habitat natural: Florestas tropicais.
Hábitos alimentares: É omnívora. Alimenta-se de sementes e frutas. Em cativeiro, é comum comer amendoim, girassol, milho verde e frutas.
Tamanho: Até 1,10 metro. É a maior ave da família dos psitacídeos.
Peso: Cerca de 500 g
Período de gestação: O período de incubação dura 30 dias.
Número de crias: Costumam nascer 2 crias de cada vez. São alimentadas pelos adultos, que regurgitam a comida. Elas chegam à idade adulta aos 6 meses.
Tempo médio de vida: 30 anos.
Estado de conservação da espécie: Esta espécie está em extinção, principalmente devido à destruição do seu habitat natural e à expansão humana para os territórios que antes eram “propriedade” das araras e que agora se “humanizaram”.

Leopardo das Neves


Nome popular: Leopardo das NevesNome Científico: Panthera unciaDistribuição geográfica: Entre 3 000 e 6 000 metros, nos Himalaias e nas montanhas do norte da China.Habitat natural: As montanhas.Hábitos alimentares: Desde um Yak (que pesa mais de 200kg) até um pequeno veado almiscarado (que pesa somente 10kg). Podem predar aves como o faisão ou as pequenas marmotas.Tamanho: Comprimento: até 1,50 metro; mais 1 metro de cauda. Altura: até 70 cm.Peso: Até 80 kg.Período de gestação: cerca de 90 dias.Número de crias: Em média 3.Tempo médio de vida: 20 anos.Estado de conservação da espécie: Encontra-se em vias de extinção.

Koala


Nome popular: Koala Nome Científico: Phascolarctos cinerus Distribuição geográfica: Sudeste e Nordeste da Austrália Habitat natural: Eucaliptais Hábitos alimentares: Folhas de eucalipto Tamanho: O comprimento pode variar entre 60 cm até 80 cm. Peso: Pode variar entre 7 kg até 12 kg. Período de gestação: 35 dias. Número de crias: 1 Tempo médio de vida: 17 anos. Estado de conservação da espécie: Estes marsupiais encontram-se num processo de extinção que se iniciou com a colonização inglesa na Austrália onde surgiu o culto de caçar e matar Koalas para usar a sua pele. Hoje, a caça não é o maior risco enfrentado pelos Koalas que são mortos por queimadas nas florestas e por falta de árvores que são cortadas pelos lenhadores. Ao perder a sua casa e alimento, os Koalas acabam por se moverem para as cidades, onde são mortos, atropelados em estradas ou por cães.

Tritão-palmado


O tritão-palmado (Lissotriton helveticus) é uma espécie de anfíbio caudado pertencente à família Salamandridae.

Pode ser encontrado na Europa ocidental e do norte, em lagoas, lagos, canais, pauis, florestas, terrenos de pasto e agrícolas e por vezes em áreas costeiras. Passa o período de acasalamento (Fevereiro a Maio) na água, pondo 100 a 300 ovos que eclodem em larvas dentro de 2 a 3 semanas. As larvas sofrem uma metamorfose dentro de 6 a 9 semanas. Em áreas mais frias, as larvas por vezes passam o inverno na água sofrendo a metamorfose apenas no ano seguinte. Tornam-se sexualmente maduros durante o segundo ano, mas também ocorre neotenia nesta espécie. Os adultos hibernam em terra, em baixo de troncos ou pedras, de Novembro a Março, ou, mais raramente, dentro de água.

Os machos adquirem membranas interdigitais nos membros posteriores durante a época de reprodução, de onde o seu nome.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Salamandra-lusitânica


A Salamandra-lusitânica ou saramantiga (Chioglossa lusitanica) é um anfíbio pertencente à ordem Caudata (onde além das salamandras se incluem os tritões), endémico do noroeste da Península Ibérica. Possui um corpo estreito e cilíndrico, raramente ultrapassando os 16 cm de comprimento. Tem uma cauda longa, que nos adultos pode atingir dois terços do comprimento total do animal. Os olhos são protuberantes. As patas dianteiras têm 4 dedos e as traseiras 5. A sua cor básica é o preto e têm 2 listas dorsais de cor douradas ao longo do corpo, que se unem, na cauda. A superfície dorsal pode ter pequenos ponteados azulados. O ventre é cinzento. Quando se sente ameaçada tem a possibilidade de soltar a cauda, que é posteriormente regenerada.

Distribuição
É uma espécie que ocorre em Espanha e Portugal, confinada à área noroeste da Península Ibérica, onde a precipitação é mais acentuada. Na Espanha está presente na Galiza, Astúrias e parte oeste da Cantábria. Está presente na parte norte de Portugal, a norte do Rio Tejo. A população mais a sul situa-se na Serra de Alvelos.


Habitat
Habita regiões com precipitação superior a 1000 mm por ano e abaixo dos 1500 m de altitude. Os adultos preferem zonas junto a ribeiros de água corrente de zonas de montanha onde ocorra vegetação densa e rochas cobertas de musgo. Preferem ambientes aquáticos com pH ligeiramente ácido. Durante a época mais seca, migram para refúgios estivais, como barragens e minas abandonadas, onde se dá a reprodução.

Conservação
Como em muitas outras espécies de anfíbios, esta espécie está em declínio principalmente devido à alteração e destruição do habitat, modificação do habitat através de desflorestação e alteração da qualidade da água, intensificação da agricultura, drenagem dos locais de reprodução e devido ao uso local de pesticidas, fertilizantes e outros poluentes. As salamandras-lusitânicas foram também afectadas pelo aumento das monoculturas de eucalipto. A manta morta formada de folhas de eucalipto diminui a quantidade de presas e liberta substâncias tóxicas para as salamandras.
No litoral Norte e Centro de Portugal, a perda da qualidade da água deve-se ao desvio de pequenos ribeiros para uso na rega, e para abastecer zonas urbanas e industriais.

Veja este video!

http://www.youtube.com/watch?v=F5zzjQx-alk

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